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sábado, 27 de julho de 2013

Folclore - cantigas de roda

Artista: Cláudio Santoro e Coro Infantil 
Título: Cantigas de Roda
Ano: 1982
Gravadora/Fabricante/Selo: CID 
Formato: LP / 12 polegadas
Nº Série: 10023


Lado A
01 – Terezinha de Jesus
02 – Nesta Rua Tem Um Bosque
03 – Onde Está a Margarida
04 – A Linda Rosa Juvenil
05 – Ciranda Cirandinha
06 – Era Uma Vez Um Menino Engraçado 
07 – Atirei o Pau no Gato – Cláudio Santoro
08 – Caranguejo Não é Peixe


Lado B
01 – Aí Eu Entrei na Roda
02 – Pai Francisco – Cláudio Santoro
03 – Pirulito Que Bate Bate – Cláudio santoro
04 – Rebola Bola
05 – Minha Machadinha
06 – O Cachorrinho
07 – Vem Cá Bitu
08 – O Boi Barroso
Todas as Músicas são de Domínio Público


Introdução 

As cantigas de roda, também conhecidas como cirandas são brincadeiras que consistem na formação de uma roda, com a participação de crianças, que cantam músicas de caráter folclórico, seguindo coreografias. São muito executadas em escolas, parques e outros espaços frequentados por crianças. As músicas e coreografias são criadas por anônimos, que adaptam músicas e melodias. As letras das músicas são simples e trazem temas do universo infantil.

Alguns exemplos de cantigas de roda:


Capelinha de melão
Capelinha de melão 
É de São João 
É de cravo, é de rosa, 
É de manjericão 
São João está dormindo 
Não acorda, não 
Acordai, acordai, 
Acordai, João! 




Caranguejo 
Caranguejo não é peixe 
Caranguejo peixe é 
Caranguejo não é peixe 
Na vazante da maré. 
Palma, palma, palma, 
Pé, pé, pé 
Caranguejo só é peixe, na vazante da maré!




Atirei o pau no gato
Atirei o pau no gato, tô 
mas o gato, tô tô
não morreu, reu, reu 
dona Chica, cá cá
admirou-se, se se
do berrô, do berrô, que o gato deu, Miau! 




Ciranda cirandinha
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar 
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou 
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou 
Por isso, D. Fulano entre dentro dessa roda 
Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá-se embora 
A ciranda tem tres filhas 
Todas tres por batizar 
A mais velha delas todas 
Ciranda se vai chamar




Escravos de Jó 
Escravos de Jó 
Jogavam caxangá 
Tira, bota, deixa o Zé Pereira ficar.
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá 
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá.




Peixe vivo
Como pode o peixo vivo
Viver fora da água fria
Como pode o peixe vivo
Viver fora da água fria
Como poderei viver
Como poderei viver
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Os pastores desta aldeia
Ja me fazem zombaria
Os pastores desta aldeia
Ja me fazem zombaria
Por me verem assim chorando
Por me verem assim chorando
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia
Sem a tua, sem a tua
Sem a tua companhia




A canoa virou
A Canoa virou
Pois deixaram ela virar
Foi por causa da (nome da pessoa)
Que não soube remar




Se eu fosse um peixinho
E soubesse nadar
Eu tirava a (nome da pessoa)
Do fundo do mar




Siri pra cá
Siri pra lá
(Nome da Pessoa) é bela
E quer casar

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